domingo, 22 de novembro de 2009

O NÓ.



Em uma reunião de pais, numa escola de periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Dizia ela:
-Os pais devem se fazer presentes na vida dos filhos. Embora pais trabalhem fora, devem encontrar um tempinho para se dedicar e atender os filhos.
Ela ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou na sua maneira humilde:
-Eu não tenho tempo de falar com o meu filho,nem de vê-lo durante a semana, pois quando eu saio para trabalhar é muito cedo e o filho está dormindo e, quando volto do trabalho, ele esta deitado porque já é muito tarde. Tenho que trabalhar assim para poder prover o sustento da família. Porém, todas as noites, quando chego em casa, vou até o quarto beijar meu filho, e para que ele saiba de minha presença, eu dou um nó na ponta do lençol que o cobre. Isso eu faço todas as noites, quando vou beija-lo e abençoa-lo.
Quando ele acorda e vê o nó, sabe que eu estive lá e o beijei. O nó é o elo de comunicação entre nós dois.
A diretora estava profundamente sensibilizada com aquele deoimento.
Ficou ainda mais surpresa ao constatar que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.


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